quarta-feira, 26 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Injeção contra o Colesterol


Uma injeção é a nova opção em estudo para reduzir a concentração do LDL, conhecido como o colesterol ruim por sua capacidade de entupir as artérias do coração, aumentando o risco de infarto. Os promissores resultados dos primeiros testes em humanos foram apresentados recentemente durante o encontro da Associação Americana de Cardiologia, um dos mais importantes do mundo na área. Os participantes da pesquisa que receberam a maior dose do remédio tiveram uma redução média 64% maior nas taxas do LDL em comparação com os voluntáriosque receberam placebo.

Criada pela empresa de biotecnologia Amgen, a medicação é inovadora em dois sentidos. É a primeira a ser ministrada via injeção. Também é o primeiro anticorpo monoclonal contra o colesterol. Esse tipo de medicamento, já usado por exemplo no tratamento de alguns tipos de tumores, é uma das estratégias de tratamento mais modernas da medicina. Eles são criados para atuar sobre pontos específicos característicos de cada doença. É como se fossem flechas direcionadas para alvos precisos, o que aumenta sua chance de eficácia. 

No caso do colesterol, o foco é a proteína chamada PCSK9. Ela está envolvida no metabolismo das gorduras do sangue e prejudica a capacidade do fígado de eliminar o LDL. Para impedir sua atuação, os pesquisadores criaram o anticorpo monoclonal AMG 145. “Nos testes, verificamos que a molécula de fato reduz a ação da proteína”, disse à ISTOÉ o cardiologista Scott Wasserman, do Departamento de Desenvolvimento Clínico da Amgen. Além da queda na concentração de LDL, houve também redução do colesterol total (soma de todos os gêneros de colesterol) e não foi registrado impacto sobre os níveis do HDL, o bom colesterol (ele ajuda o organismo a limpar os vasos sanguíneos dos depósitos de gordura). 

Em princípio, a medicação seria indicada para os pacientes com dificuldade de responder ao tratamento convencional, baseado em dieta, exercício físico e remédios orais quando necessário. Animada com os resultados, a companhia lançou a segunda fase dos estudos em humanos para determinar doses ideais e a frequência das aplicações. “É preciso realizar o estudo em larga escala a fim de poder avaliar o uso dessa terapia na prática clínica”, diz o cardiologista Costantino Costantini, diretor do Hospital Cardiológico Costantini, de Curitiba.  
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Postado por: Aline Borato e Caroline Ribas.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Mitose

Bom galera, tava lendo sobre o 'processo' da mitose e resolvi compartilhar.

  'De forma prática, podemos entender que na mitose a célula se duplica para dar origem a duas novas células. Estas são conhecidas como células filhas (formadas a partir da divisão celular) e são idênticas uma da outra, uma vez que foram formadas a partir de uma única célula.

  Prófase

  Nesta fase, as células começam a se preparar para a divisão. É neste momento que ocorrerá a duplicação do DNA e centríolos. Com o DNA condensado e os centríolos em movimento, inicia-se o processo da divisão mitótica.

  Metáfase

  Aqui começa o alinhamento entre os pares formados na fase anterior. Nesta etapa, o DNA alinha-se no eixo central enquanto os centríolos iniciam sua conexão com ele. Dois fios do cromossomo se ligam na parte central do centrômero.

  Anáfase

  A divisão começa com os cromossomos migrando para lados opostos da célula, metade vai para um lado e a outra metade vai para o outro.

  Telófase

  Esta é a última fase da mitose. Nesta etapa a membrana celular se divide em duas partes, formando, assim, duas novas células. Cada uma delas ficará com metade do DNA original.

  Interfase

  Este é o estado “normal” da célula, ou seja, aqui ela não se encontra em divisão. Nesta fase, ela  mantém o equilíbrio de todas as suas funções através da absorção dos nutrientes necessários à sua manutenção. Ela permanecerá neste estágio até estar preparada para uma nova divisão, que ocorrerá a partir da duplicação dos ácidos nucléicos. A partir de então, o ciclo se reinicia.'

E uma imagem só pra ilustrar


Imagem retirada do site: https://www.facebook.com/biodadepressao

Por: Geovanna B. S. Ambrosio

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Células-tronco


Células-tronco neurais (em verde) neurônio (em roxo).
As células tronco podem ser definidas como células indiferenciadas capazes de auto renovação.
Ate pouco tempo acreditava se que apenas as células tronco embrionarias eram capazes de se diferenciar em células de origem ectoderma ,endoderma e mesodermica.

Após vários estudos, comprovaram que células tronco de um tecido pode se transformar em outras, exemplo células tronco do encefalo se transformarem em células sanguineas.

Ate então desconhecia a funcionalidade de multipotência e presença em adultos.
Outro estudo revelador foi a facilidade de manipular células tronco de adultos,quanto há dificuldade nas embrionárias devido sua espontaneidade de diferenciação.

Para diferenciação dessas células é necessario receber um sinal ou estimulo, este reprime ou ativa genes na celula, isso pode alterar a forma, estrutura, moléculas e produtos da célula, modificando sua interação com outras células, ploriferando se, podendo permanecer no lugar ou migrando.

Em um estudo sobre perdas cerebrais devido stress em ratos adultos, cientistas descobriram novas células nervosas podendo ser neurais e gliares.
Isso aconteceu quando foi inibido os sinais de GABA (ácido gama- aminobutírico) pelo antidepressivo que assim proporcionaram a diferenciação de celulas tronco latentes no
proprio cérebro, inovando o conceito passado de células tronco restrito a migrações.

A funcionalidade das células tronco esta diretamente relacionada a diferenciação por indução de sinais.
Interações com o clima, comportamento psicológico e químicos, são exemplos de desencadeadores de reação.

Concluindo não só com celulas tronco mais com as diversas celulas que compõem os seres vivos estão sujeitas as interações pelo meio, repercutindo na sua evolução ou extinção.
Fontes:

Por:
Ana Paula G R Rocha
Anelize Felicio

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

3 de setembro, Dia do Biólogo

Oii colegas, quero parabenizar todos nós, BIÓLOGOS, por esse dia.
Vamos continuar cuidando tanto animal quanto vegetal.


Juramento do Biólogo:
“Juro pela minha fé e pela minha honra e de acordo com os princípios éticos do Biólogo, exercer as minhas atividades profissionais com honestidade, em defesa da vida estimulando o desenvolvimento Científico, Tecnológico e Humanístico com justiça e paz”


Por: Geovanna B. S. Ambrosio

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Pizza sabor Célula


Galera, achei essa pizza no Facebook da Biologia da Depressão <https://www.facebook.com/biodadepressao>. É um Facebook de humor sobre a Biologia.
E a pizza é só pra ilustrar nossas aulas de BioCel.
Conforme forem reconhecendo cada parte, deixar nos comentários.

Por: Geovanna B. S. Ambrosio.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Estudo identifica células magnéticas que ajudam na migração animal


Uma equipa liderada por um investigador da Universidade de Munique publicou recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences os resultados de um projeto de investigação que levou, pela primeira vez em animais, ao isolamento bem-sucedido de células magnéticas.
Este tipo de células, que deve as suas propriedades à presença, no seu interior, de magnetite - o mineral mais magnético - foi há muito tempo identificado como uma ferramenta provavelmente muito importante para a orientação de espécies de aves e peixes migradores, embora nunca se tenha conseguido estudá-las em pormenor.
“Para estudar as células sensoriais magnéticas, tem que se ser capaz de as “apanhar”, explica Michael Winklhofer, e foi precisamente um método de o fazer que o investigador e os colegas desenvolveram, usando uma espécie de truta denominada Oncorhynchus mykiss.
Para tal os investigadores colocaram, debaixo do recipiente contendo as células de tecido olfativo, sob a objetiva do microscópio, uma base com perímetro magnético rotativo, o que provocou a rotação das células magnéticas, permitindo a sua identificação individual seguida da sua separação das restantes células do tecido.
A análise individual das células realizada posteriormente revelou alguns factos interessantes. Em primeiro lugar, foi possível identificar a localização dos grãos de magnetite junto às membranas, que funcionam como fronteiras das células.
Mas, mais importante, foi a descoberta de que o magnetismo de cada célula magnética é centenas de vezes mais forte do que se supunha, o que significa que a espécie deve conseguir obter informação precisa da latitude e longitude a partir da determinação da força do campo magnético terrestre.





Como estas células funcionam? Para começar, as células giram conjuntamente com a rotação do campo magnético. Isto indica que a magnetita está firmemente presa à membrana da célula, e não flutuando livremente.
E isso resulta no mecanismo pelo qual a célula pode enviar sinais ao cérebro: quando o campo muda, a força magnética imprime estresse físico na membrana da célula, fazendo com que os canais se abram e que os íons venham e vão. Tal mecanismo já foi demonstrado em outros sistemas, e há evidências de que isso ocorre nestas células também, diz Kirschvink.
O novo estudo indica fortemente que os sensores do campo magnéticos foram encontrados, diz Walker. Provas definitivas virão quando os cientistas demonstrarem que a mudança do campo magnético faz com que as células se excitem de forma previsível, assim como as mudanças visuais no ambiente induzem mudanças previsíveis nas células da retina, por exemplo.
No entanto, ainda não se sabe se outras espécies migratórias utilizam o mesmo mecanismo para detectar o campo magnético da Terra. Kirschvink diz poder usar o mesmo método para testar células de outros animais, e ele espera que a resposta seja sim.




Postado por : Gislaine.